- identificar, estimular e aproveitar novas oportunidades comerciais em segurança cibernética. 2.3.9. Ampliar a parceria, em segurança cibernética, entre setor público, setor privado, academia e sociedade Ampliar parcerias, entre os diversos setores da sociedade, com vistas a elevar, de modo geral, o nível de segurança cibernética. Visualiza-se a efetiva cooperação do setor produtivo com a academia, por meio de recursos financeiros e materiais, e conforme apresentadas suas necessidades, investir na formação de universitários. Dentre as ações possíveis, destacam-se: - ampliar a cooperação entre Governo, academia e iniciativa privada para promover a implementação da E-Ciber; - manter um ambiente colaborativo que permita o estudo e a ampla utilização das tecnologias emergentes; - estabelecer parcerias para incentivar o setor privado a investir em medidas de segurança cibernética; - incentivar a realização de reuniões com atores destacados em segurança cibernética; - estimular a instituição, caso necessário, de grupos de trabalho e de fóruns sobre segurança cibernética; - incentivar a criação de mecanismos de compartilhamento de informações sobre riscos cibernéticos; e - realizar parcerias entre a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios, o Ministério Público e a academia, para a implantação de programas, projetos e ações em segurança cibernética, que alcancem a toda a sociedade. 2.3.10. Elevar o nível de maturidade da sociedade em segurança cibernética Elevar o nível de maturidade em segurança cibernética da sociedade, com o fim de ensejar a compreensão das ameaças e dos riscos no espaço cibernético, e possibilitar às pessoas o uso adequado e oportuno de procedimentos e de ferramentas em prol da utilização segura do ambiente digital. Nesse sentido, identificam-se como iniciativas: - incentivar os órgãos públicos e empresas privadas para que realizem campanhas de conscientização internas; - realizar ações de conscientização da população; - criar políticas públicas que promovam a conscientização da sociedade sobre segurança cibernética; - propor a inclusão da segurança cibernética, por intermédio de suas competências básicas, e do uso ético da informação na educação básica - educação infantil, ensino fundamental e ensino médio; - estimular a criação de cursos de nível superior em segurança cibernética; - propor a criação de programas de incentivo para graduação e pós-graduação no Brasil e no exterior em segurança cibernética; - fomentar a pesquisa e o desenvolvimento em segurança cibernética; - criar programas de capacitação continuada para profissionais do setor público e do setor privado; - incentivar a formação de profissionais para atuar no combate aos crimes cibernéticos; - realizar eventos de capacitação em segurança cibernética; - incentivo à participação em fóruns e eventos nacionais e internacionais em segurança cibernética; - aperfeiçoar mecanismos de integração, de colaboração e de incentivos entre universidades, institutos, centros de pesquisa e setor privado em relação à segurança cibernética; - incentivar exercícios de simulação em segurança cibernética; e - promover a gestão de conhecimento de segurança cibernética, em articulação com os principais atores da área, a fim de otimizar a identificação, a seleção e o emprego de talentos. PARTE I DIAGNÓSTICO

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