e os seus desdobramentos. A identificação das ameaças é o primeiro resultado da atividade da Inteligência Militar. Ações Estratégicas Enunciam-se a seguir as ações estratégicas que irão orientar a implementação da Estratégia Nacional de Defesa: Ciência e Tecnologia Fomentar a pesquisa de materiais, equipamentos e sistemas militares e civis que compatibilize as prioridades científico-tecnológicas com as necessidades de defesa. 1.O Ministério da Defesa proporá, em coordenação com os Ministérios das Relações Exteriores, da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Ciência e Tecnologia e com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, o estabelecimento de parcerias estratégicas com países que possam contribuir para o desenvolvimento de tecnologias de ponta de interesse para a defesa. 2.O Ministério da Defesa, em coordenação com os Ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Planejamento, Orçamento e Gestão, e da Ciência e Tecnologia e com as Forças Armadas, deverá estabelecer ato legal que garanta a alocação, de forma continuada, de recursos financeiros específicos que viabilizem o desenvolvimento integrado e a conclusão de projetos relacionados à defesa nacional, cada um deles com um pólo integrador definido, com ênfase para o desenvolvimento e a fabricação, dentre outros, de: - aeronaves de caça e de transporte; - submarinos convencionais e de propulsão nuclear; - meios navais de superfície; - armamentos inteligentes, como mísseis, bombas e torpedos, dentre outros; - veículos aéreos não-tripulados; - sistemas de comando e controle e de segurança das informações; - radares; - equipamentos e plataformas de guerra eletrônica; - equipamento individual e sistemas de comunicação do combatente do futuro; - veículos blindados; - helicópteros de transporte de tropa, para o aumento da mobilidade tática, e helicópteros de reconhecimento e ataque; - munições; e - sensores óticos e eletro-óticos. 3.O Ministério da Ciência e Tecnologia, por intermédio da Agência Espacial Brasileira, promoverá a atualização do Programa Espacial Brasileiro, de forma a priorizar o desenvolvimento de sistemas espaciais necessários à ampliação da capacidade de comunicações, meteorologia e monitoramento ambiental, com destaque para o desenvolvimento de: - um satélite geoestacionário nacional para meteorologia e comunicações seguras, entre outras aplicações; e - satélites de sensoriamento remoto para monitoramento ambiental, com sensores ópticos e radar de abertura sintética. 4.O Ministério da Defesa e o Ministério da Ciência e Tecnologia, por intermédio do Instituto de Aeronáutica e Espaço do Comando da Aeronáutica e da Agência Espacial Brasileira, promoverão medidas com vistas a garantir a autonomia de produção, lançamento, operação e reposição de sistemas espaciais, por meio: - do desenvolvimento de veículos lançadores de satélites e sistemas de solo para garantir acesso ao espaço em órbitas baixa e geoestacionária; - de atividades de fomento e apoio ao desenvolvimento de capacidade industrial no setor espacial, com a participação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de modo a garantir o fornecimento e a reposição tempestiva de componentes, subsistemas e sistemas espaciais; e - de atividades de capacitação de pessoal nas áreas de concepção, projeto, desenvolvimento e operação de

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