OE-IX VALORIZAR E AMPLIAR AÇÕES QUE FORTALEÇAM A SEGURANÇA DAS INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS DA INFORMAÇÃO. O GSI/PR define como infraestruturas críticas as instalações, os serviços, os bens e os sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sério impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade. No tocante às infraestruturas críticas nacionais, tais como energia, telecomunicações, transportes, água, finanças, informação, dentre outras, é cada vez mais elevada a interdependência, o que impacta as redes e sistemas de informação para a sua gerência e controle. Por sua vez, a segurança das infraestruturas críticas da informação refere-se à proteção do subconjunto de ativos de informação que afetam diretamente a consecução e a continuidade da missão do Estado e a segurança da sociedade. Os ativos de informação são os meios de armazenamento, transmissão e processamento, os sistemas de informação, bem como os locais onde se encontram esses meios e as pessoas que a eles têm acesso. Para a consecução deste objetivo estratégico, é fundamental, portanto, que cada instituição planeje e invista os recursos necessários ao fortalecimento da segurança de seus ativos de informação, sem que se perca o foco no fortalecimento das ações cooperativas entre as instituições do setor público e dessas com a academia e o setor privado. Conforme constante no “Guia de Referência para a Segurança das Infraestruturas Críticas da Informação” publicado pelo GSI/PR, as instituições responsáveis pelas infraestruturas críticas nacionais são orientadas a realizar, no mínimo: (i) mapeamento de seus ativos de informação para a identificação daqueles que são críticos; (ii) gestão de risco, com identificação de potenciais ameaças e vulnerabilidades; e (iii) estabelecimento de método de geração de alerta de segurança das infraestruturas críticas da informação. Ressalta-se, por fim, o quão fundamental para o Estado é o envolvimento de todas as instâncias para o incremento do nível de segurança das infraestruturas críticas, destacando-se a necessidade de fortalecimento da interação entre os órgãos e entidades da APF e setores envolvidos no funcionamento das infraestruturas críticas nacionais, e de respectiva normatização. 53

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