consultado, contribuindo substantiva e efetivamente com esta publicação, ao que desde já agradeço a colaboração. Sabemos que ainda há muito a ser alcançado e que estamos passo a passo criando as condições necessárias para maior efetividade, eficácia e eficiência das ações de SIC e de SegCiber, principalmente no que diz respeito ao entendimento das novas exigências para a manutenção e preservação tanto das infraestruturas críticas do País, quanto dos direitos individuais, em especial da privacidade, protegendo e assegurando os interesses da sociedade e do Estado. Recomendo, portanto, a leitura e a aderência aos objetivos estratégicos e metas desta “Estratégia de Segurança da Informação e Comunicações e de Segurança Cibernética da Administração Pública Federal 2015 – 2018, versão 1.0” na direção do fortalecimento e da excelência da segurança da informação e comunicações e da segurança cibernética no Governo. Considero esta publicação um importante incremento ao arcabouço de documentos que objetivam contribuir com a segurança institucional e a soberania nacional, e convido-os a contribuir com propostas e sugestões para a evolução contínua da mesma, visando construir, em futuro próximo, de forma colaborativa, a “Política Nacional de Segurança da Informação e Comunicações e de Segurança Cibernética”. Por fim, cito o livro “Sonho Grande” o qual apresenta o relato da jornalista Cristiane Correa sobre a trajetória exitosa de três sócios, Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, para o sucesso alcançado em seus empreendimentos, e aproveito para finalizar ressaltando a segunda lição do decálogo das principais lições aprendidas: “SUSTENTE O IMPULSO COM UM GRANDE SONHO: Gente boa precisa ter coisas grandes para fazer, senão leva sua energia criativa para outro lugar. Assim, os três construíram um mecanismo que tem duas premissas básicas: primeiro, recrute as melhores pessoas e depois dê a elas coisas grandes para fazer. Em seguida, atraia mais gente boa e proponha a próxima coisa importante a fazer. Repita o processo indefinidamente. Foi assim que eles mantiveram o ímpeto ao longo do tempo. Eles sempre vibraram com a ideia de metas grandes, arriscadas e audaciosas, e desenvolveram uma cultura para alcançá-las. Ao observá-los, aprendi que, para conservar o ímpeto e, portanto, preservar gente boa, vale a pena correr os riscos inerentes à busca pelas grandes metas. É como uma ótima equipe de alpinismo. Por um lado, existe o risco de subir uma montanha alta, depois uma montanha ainda mais alta, e depois a seguinte. Por outro lado, se você não tiver novas montanhas altas para escalar, deixará de se desenvolver e crescer, e perderá seus melhores alpinistas. Grandes alpinistas necessitam de grandes montanhas para escalar, sempre e indefinidamente”. Boa leitura! Boas práticas! “Escale”! JOSÉ ELITO CARVALHO SIQUEIRA Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República 12

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