- realizar exercícios cibernéticos com participação de múltiplos atores; - estabelecer mecanismos que permitam a interação e o compartilhamento de informações em diferentes níveis; - fortalecer o Centro de Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo - CTIR Gov e mantê-lo atualizado em pessoal e material; - ressaltar o papel dos Centros de Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos - CSIRTs nacionais; - aperfeiçoar a infraestrutura nacional de investigação de crimes cibernéticos; - incentivar a criação e a atuação de equipe de tratamento e resposta aos incidentes cibernéticos - ETIRs, com ênfase no uso de tecnologias emergentes; - emitir alertas e recomendações; e - estimular o uso de recursos criptográficos, no âmbito da sociedade em geral, para comunicação de assuntos considerados sensíveis. 2.3.4. Elevar o nível de proteção do Governo Elevar o nível de proteção do Governo, por meio de ações no campo cibernético, a exemplo de: - incluir requisitos de segurança cibernética nas contratações estabelecidas pelos órgãos e entidades do Governo; - aperfeiçoar e incentivar o uso dos dispositivos de comunicação segura do Governo; - aperfeiçoar e manter atualizados os sistemas informacionais, as infraestruturas e os sistemas de comunicação dos órgãos públicos, em relação aos requisitos de segurança cibernética; - recomendar que os órgãos públicos possuam cópias de segurança atualizadas e segregadas de forma automática em local protegido; - elaborar requisitos específicos de segurança cibernética relativos ao uso de endpoints nas organizações públicas, aqui entendidos, em suma, como equipamentos finais conectados a um terminal de alguma rede ou a algum sistema de comunicação; - incluir, nas políticas de segurança cibernética, requisitos relativos à gestão da cadeia de suprimentos; - incluir requisitos de segurança cibernética nos processos de desestatização, no que envolver serviços essenciais; e - monitorar a implementação dos requisitos mínimos de segurança cibernética pelos fornecedores que integram a cadeia de suprimentos. 2.3.5. Elevar o nível de proteção das Infraestruturas Críticas Nacionais Proporcionar às infraestruturas críticas, maior resiliência que possibilite a contínua prestação de serviços essenciais, por meio das seguintes ações: - promover a interação entre as agências reguladoras de infraestruturas críticas para tratar de temas relativos à segurança cibernética; - estimular a adoção de ações de segurança cibernética pelas infraestruturas críticas; - incentivar que essas organizações implementem políticas de segurança cibernética, que contemplem, dentre outros aspectos, métricas, mecanismos de avaliação, e de revisão periódica; - incentivar a constituição de ETIRs; - estímular que as infraestruturas críticas notifiquem o CTIR Gov dos incidentes cibernéticos; e - incentivar a participação das infraestruturas críticas em exercícios cibernéticos. 2.3.6. Aprimorar o arcabouço legal sobre segurança cibernética Para aprimorar o arcabouço legal sobre segurança cibernética, revisar e atualizar os normativos existentes, abordar novas temáticas e elaborar novos instrumentos. Nesse sentido, podem ser adotadas as seguintes ações como: - identificar e abordar temas ausentes na legislaçãovigente;

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