O novo Código Penal, Lei n.º 35/2014, promulgada em Dezembro de 2014, que cobre os
crimes informáticos nos seus artigos 317, 318, 323, 324 e 326;
A Lei 3/2017, a Lei das Transacções Electrónicas, promulgada em Janeiro de 2017, que
visa proteger os consumidores e regular o uso de sistemas electrónicos no governo,sector
privado e sociedade civil;
Regulamento de controlo de Tráfego de Telecomunicações, Decreto n.º 75/214, de 12 de
Dezembro;
Regulamento de Registo de Cartões SIM, Decreto 18/2015;
Lei de Telecomunicações, Lei n.º 4/2016, de 3 de Junho.
Outrossim, tem-se notado que os diferentes esforços em curso, nalguns casos não se
complementam fazendo que se criem lacunas na garantia da segurança cibernética, no combate
ao crime cibernético e outros males a que estamos sujeitos no ambiente cibernético.É neste
contexto que o Governo vê como uma necessidade primordial a elaboração de uma Estratégia
Nacional de Segurança Cibernética que irá delinear o papel dos diferentes actores, para reduzir
a vulnerabilidade das instituições e utentes da Internet. Esta estratégia irá indicar o papel dos
diferentes sectores incluindo o Governo, a Banca, os prestadores de serviços, entre outros, em
criarem mecanismos para minimizar os efeitos dos crimes cibernéticos no território nacional.
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