Cibernética – EnaDCiber, na Estrutura Regimental do Comando do Exército, com ênfase na implantação e a consolidação do Sistema de Homologação e Certificação de Produtos de Defesa Cibernética, o apoio à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos de defesa cibernética, bem como a criação do Observatório de Defesa Cibernética.  Em 14 de abril o Brasil assina com a Suécia, em Estocolmo, o Acordo de Troca e Proteção Mútua de Informações Classificadas.  Durante todo o ano, na qualidade de Autoridade Nacional de Segurança (ANS), exercida GSI/PR, manteve estreita relação com o Ministério das Relações Exteriores na articulação, tanto de ajustes nos Acordos de Troca e Proteção Mútua de Informações Classificadas assinados com seis países, visando alinhamento à LAI, quanto de novos acordos demandados por outros 14 países.  Portaria Interministerial MP MD MC nº 141, de 02 de maio de 2014, regulamenta o Decreto nº 8.135/2013, dispõe para toda a administração pública federal o dever de realizar as suas comunicações, armazenamentos e recuperações de dados através de redes de telecomunicações e serviços de tecnologia de informação fornecidos por órgãos ou entidades da própria administração pública federal (SERPRO, TELEBRÁS, DATAPREV, entre outros), com exceção de serviço móvel pessoal e serviço telefônico fixo comutado, garantindo-se a segurança da informação e comunicações conforme normativos do GSI/PR. O SERPRO inicia implantação do serviço de mensageria Expresso V3 na APF.  Publicada a “Doutrina Militar de Defesa Cibernética (MD31-M-07, 1ª Edição/2014)”, por meio da Portaria normativa nº 3.010/MD, de 18 de novembro de 2014.  Relatório Final da CPI da Espionagem, elaborado pela Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar a denúncia de existência de um sistema de espionagem, estruturado pelo governo dos Estados Unidos, com o objetivo de monitorar e-mails, ligações telefônicas, dados digitais, além de outras formas de captar informações privilegiadas ou protegidas pela Constituição Federal aponta para diversos aspectos essenciais e recomendações à segurança da informação e segurança cibernética, entre eles:  Elaboração de uma Estratégia Nacional de Segurança Cibernética, realçando que houve unanimidade entre os convidados à CPI, de que mais urgente do que a Estratégia, é que sejam delineadas as principais medidas de segurança cibernética para o Estado brasileiro, englobando ações coordenadas entre os setores público e privado.  Criação de uma agência para a segurança cibernética no âmbito da Administração Pública Federal, favorecendo visão de conjunto no tema e ações mais eficazes e efetivas. Alternativamente à criação de um novo órgão, poderia ser alterada a estrutura de órgão já existente, modificando suas atribuições, para lhe conferir capacidade de atuar, com independência, em sua totalidade e em estreita 32

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